O teu ângulo de inclinação, os teus G, cada curva de cada ride

Ângulo máximo, G máximos, velocidade de topo, traçado completo. Cada ride registado, cada stat lá quando quiseres olhar para trás.

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Como se vê o teu ride, em números

Voltas de um ride e alguém te pergunta como foi. “Foi bom.” Pois, mas quão bom?

Até onde foste em ângulo? O que tiraste daquela curva apertada? Onde é que a mota bateu no limite? Quando é que o teu amigo te passou, e por quanto?

Nós mostramos-te.

Como funciona

  1. Lanças a app antes de arrancares. Telefone na mochila de depósito ou no bolso do blusão. Zero interação depois.
  2. Rodas. A app segue tudo — traçado, velocidade, ângulo, G, tempo.
  3. Paras, desligas o motor. O ride guarda-se sozinho.
  4. Abres o trajeto. Cada curva mapeada. Ângulo máximo, velocidade máxima, G máximos, separado por troço.

O que levas

  • Traçado completo num mapa, codificado por cor conforme a velocidade
  • Ângulo máximo por curva, o ponto exato marcado
  • Velocidade de topo, reta mais longa, travagem mais forte
  • Curva de G para todo o ride
  • Deltas de volta se fizeste a mesma estrada duas vezes

Porque é que aos riders importa o ângulo

Porque é o único número que diz a verdade sobre como rodaste mesmo.

A velocidade é fácil. Todas as motas têm velocímetro. O ângulo é o número que sentes mas não vês — e o que mais depressa muda quando começas a melhorar. Vê-lo passar de 38° para 45° ao longo de uma temporada é o tipo de dado que te dá vontade de ir rodar este fim de semana.

Quem somos

Queríamos um registo de ride que batesse certo com o que a ride sentia ao vivo. Tudo o resto era uma app de caminhada com ícone de mota, ou um dashboard de 300 paus de uma marca de circuito. Construímos isto pelo meio.

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